Preciso me qualificar para servir bem à Igreja
A frase que intitula essa notícia é de um dos padres mais jovens de nossa Diocese. Trata-se de Pe. Carlos Henrique Alves de Rezende, que trabalha na Paróquia Sr. Bom Jesus, em Divinópolis. Pe. Carlos tem apenas 32 anos, é natural de Itaúna e vai completar 06 anos de sacerdócio no dia 18 de maio. Desde o início de sua vida sacerdotal alimentava o desejo de aprofundar mais sobre o tema da liturgia. Esse desejo aumentou quando assumiu as funções de cerimonial.
Começou seu mestrado como aluno ouvinte na Faje (Faculdade dos Jesuítas), depois tornou-se aluno regular. Desde então, tem enfrentado uma verdadeira maratona para estudar. Acumula as funções de aluno e de responsável pela paróquia. Viaja para Belo Horizonte cerca de três vezes por semana e ainda atende ao povo. Ainda assim, acha que vale à pena o esforço para buscar uma melhor formação. O tema “liturgia” sempre o encantou. Orientado pelo Professor Francisco Taborda estuda as contribuições do Concílio Vaticano II, sobre o assunto. Mais precisamente, pesquisa o Conceito Teológico de Liturgia na Sacrosanctum Concilium (Constituição sobre Liturgia, promulgada pelo Concílio Vaticano II). Para Pe. Carlos, o Concílio nos ajuda a compreender a simplicidade e sobriedade dos ritos sem complicar as coisas. Afirma ainda que, corremos o risco de inventar modas e complicar demais o que é simples. Lamenta que, muitas vezes, a liturgia é barulhenta e não se cria espaços de silêncio para a contemplação do mistério. Pe. Carlos Henrique já começou a redigir sua dissertação de mestrado e deverá concluir seu curso no início do próximo ano. Parabéns Pe. Carlos. Nossa Diocese será muito beneficiada com todo seu esforço!