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Frei Jacir de Freitas Faria na Academia Divinopolitana de Letras

24 de março de 2014

Na noite do dia 22 de março, Frei Jacir de Freitas Faria, foi admitido à Academia Divinopolitana de Letras. Ele ocupou a cadeira de número 20, que possui como patrono, Pe. José de Anchieta, e que fora ocupada por um frade de nossa Província, Frei Odulfo van der Vat, sucedida pelo Professor Washington dos Santos.

 

Estiveram presentes, o Presidente da Academia Divinopolitana de Letras, Sr. Augusto Ambrósio Fidélis; o Vice-presidente da ADL, Sr. João Carlos Ramos; o Secretário Geral da ADL, Sr. Fernando de Oliveira Teixeira e o Presidente do Centro Franciscano de Formação e Cultura, Frei Antônio Francisco, que constituíram a mesa da presidência da cerimônia.

 

O Presidente da mesa, o Sr. Augusto Ambrósio, tomou a palavra e agradeceu a todos os presentes e frisou sobre a importância do rito de posse de uma “cadeira” para a vida da Academia de Letras.
Frei Jacir foi solenemente introduzido no salão por membros da ADL, e após, foi entoado o Hino Nacional Brasileiro. Em seguida, foi feita a chamada nominal dos acadêmicos.

 

O Secretário geral da ADL, o Sr. Fernando de Oliveira Teixeira, proferiu o discurso inicial. Ele ressaltou sobre o conceito “imortalidade acadêmica”, que pode ser compreendido como um exercício voltado para o futuro, cujo objetivo é preservar a memória e perpetuá-la à humanidade. Ele fez memória de Frei Odulfo, que ocupara, na década de 60, a cadeira na qual Frei Jacir tomou assento. Ele ressaltou a grande contribuição de Frei Odulfo para História, sendo um grande professor e pesquisador, além de ser um autêntico frade.

 

Fez uma menção à importância da cadeira de número 20 e sua relação com o ensino. Nesse sentido, situou a história e atuação de de Frei Jacir, que em suma, se converge para uma atuação acadêmica voltada para o ensino, principalmente no âmbito da Literatura Bíblica.

 

Ele se referiu a Frei Jacir como um “Cientista e Intelectual”, e, como tal, “Frei Jacir não desertou de sua vocação de frade”. Terminou sua fala dizendo exortando: “Saiba que a imortalidade acadêmica pressupõe o reconhecimento de sua contribuição para a sociedade divinopolitana.”.

 

A mãe de Frei Jacir, Dona Luci Luiza de Faria, entregou o diploma admissão à ADL, bem como a vestimenta própria dos imortais divinopolitanos.

 

Frei Jacir, ao tomar a palavra, disse que fará desse novo encargo, a busca por aprimorar, pelo dom da escrita, a memória da efemeridade da vida humana. Ele Fez memória da vida e missão de Pe. Anchieta, Frei Odulfo e à Washington dos Santos. Agradeceu a todos, e ao fim disse: “Rogo a Deus que nos ilumine a todos nós, na tarefa de escrever e interpretar as letras da vida”.

 

Ao fim da cerimônia, o grupo musical “Arte e Som”, fez uma apresentação de canções da Música Popular Brasileira.