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Paróquia São Vicente de Paulo celebra o dia do seu Padroeiro

sexta-feira, 28 de setembro de 18 às 08:37 | Atualizado às 14:36
Paróquia  São Vicente de Paulo celebra o dia do seu Padroeiro

Inseridos no Ano Jubilar Diocesano, que nos conduzirá ao grande Jubileu de Diamante, 60 anos de nossa amada Diocese de Divinópolis, e em sintonia com toda a Igreja do Brasil, que celebra o Ano do Laicato, nossa Paróquia de São Vicente de Paulo, de Divinópolis, celebrou Padroeiro e acolheu, com fé e devoção, a Relíquia “Ex ossibus” (Fragmento dos ossos) de São Vicente de Paulo. 


A novena de São Vicente de Paulo foi iniciada no dia 18 de setembro e foi encerrada no dia 26 de setembro. Cada dia um sacerdote convidado presidia o Novenário e a Santa Missa. 


Já, no grande dia da Festa, 27 de setembro, às 5h30 aconteceu a Alvorada Festiva, com a Carreata com a Imagem e Relíquia de São Vicente de Paulo pelas ruas da paróquia. Às 7h30, Padre Cristiano Alisson presidiu a Eucarista. Ao meio-dia aconteceu A Hora do Ângelus e repique dos sinos em honra ao padroeiro. Ás 19h, aconteceu a Solene Celebração em ação de graças pelos 26 anos de criação da Paróquia  São Vicente de Paulo.

 

 

SÃO VICENTE DE PAULO

Se não foi o lema da vida deste santo, viveu como se fosse. O santo de hoje, São Vicente de Paulo, nasceu na Aquitânia (França), em 1581. No seu tempo, a França era uma potência, porém convivia com as crianças abandonadas, prostitutas, pobreza e ruínas causadas pelas revoluções e guerras.

 

Grande sacerdote, gerado numa família pobre e religiosa, ele não ficou de braços cruzados,mas se deixou mover pelo espírito de amor. Como padre, trabalhou numa paróquia onde conviveu com as misérias materiais e morais; esta experiência lhe abriu para as obras da fé. Numa viagem foi preso e, com grande humildade, viveu na escravidão até converter seu patrão e conseguiu, depois de dois anos, sua liberdade.

 

A partir disso, São Vicente de Paulo iniciou a reforma do clero, obras assistenciais, luta contra o jansenismo que esfriava a fé do povo e estragava, com seu rigorismo irracional. Fundou  a “Congregação da Missão” (lazaristas) e unido a Santa Luísa de Marillac, edificou as “Filhas da Caridade” (irmãs vicentinas).

 

Sabia muito bem tirar dos ricos para dar aos pobres, sem usar as forças dos braços, mas a força do coração. Morreu quase octogenário, a 27 de setembro de 1660.

 

 

FOTOS: LEIA / PASCOM PAROQUIAL

 

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