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Paróquia Nossa Senhora da Piedade - Pará de Minas

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Concluída a 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral

terça-feira, 08 de novembro de 16 às 08:31 | Atualizado às 13:13
Concluída a 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral

Foi no mês de setembro de 2015, na reunião mensal do clero da Diocese de Divinópolis, quando se falou, pela primeira vez, na 11ª edição da Assembleia Diocesana de Pastoral. Foi nesta reunião que o Padre Emerson, Coordenador Diocesano de Pastoral, apresentou a proposta de trabalho da realização da Assembleia.

 

Para preparar os leigos e os padres da Diocese para a Assembleia, a Coordenação Diocesana de Pastoral promoveu dois momentos de formação. O primeiro momento aconteceu no no dia 18 de outubro de 2015, no Centro Diocesano de Pastoral. Um leigo de cada paróquia participou de uma formação, ministrada pelo Fráter Henrique, sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da CNBB. E, no segundo momento, no dia 20 do mesmo mês, durante a reunião mensal do Clero,  o Fráter Henrique ministrou a mesma formação sobre a DGAE.

 

Aconteceu, nos dias 07 e 08 de novembro de 2015, em todas as 53 paróquias das 25 cidades que compõem a Diocese de Divinópolis, a primeira etapa da 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Foi realizada a Consulta do Povo de Deus. Todas as pessoas que participaram de alguma celebração, seja Santa Missa ou Celebração da Palavra, responderam a um questionário, com 43 perguntas, que estavam divididas em cinco temas diferentes.

 

No dia 22 de novembro do ano passado, “Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo" e "Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas", aconteceu, em Itaúna, durante a 2ª Festa do Povo de Deus, a Abertura Oficial da 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Após uma palestra ministrada pelo Kater Filho, refletindo sobre a importância dos leigos e leigas na Igreja, aconteceu a Santa Missa presidida por Dom José Carlos, abrindo, oficialmente, a  Assembleia.

 

 

Em seguida, o Padre Emerson pronunciou a mensagem de abertura da 11ª Assembleia:

 

 

No mês de maio deste ano de 2016, durante a reunião mensal do Clero, Padre João Batista Maroni, da Diocese de Cachoeiro do Itapemerim - ES, foi apresentado como Assessor da 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral. 

 

Padre João Batista Maroni é sacerdote há 32 anos e, atualmente, trabalha na Paróquia de Santo Antônio, na cidade de Atílio Vivácqua, e é responsável pela programação da Rádio Diocesana, da Diocese Cachoeiro do Itapemirim:

 

 

Padre João Bastita Maroni fez sua dissertação de Mestrado pelo Programa de Pós-graduação em Teologia do Departamento de Teologia do Centro de Teologia e Ciências com o tema: "Por uma Evangelização Integral: Estudo Teológico Pastoral à luz do Magistério Latino Americano" (CLIQUE AQUI E LEIA NA ÍNTEGRA). Ele tem uma grande esperiência com assembleias diocesanas, assessorando várias dioceses para um bom resultado de suas assembleias.

 

Nos meses de junho e julho de 2016, aconteceu a segunda etapa da Assembleia, a Etapa Paroquial. Os Conselhos Pastorais apresentaram suas sugestões e acréscimos ou modificações do instrumento de trabalho da Assembleia. E, no mês de setembro do mesmo ano, aconteceu a terceira etapa, a Forânea. As Foranias fizeram o mesmo que os conselhos pastorais fizeram na segunda etapa, apresentando sugestões e modificações no instrumento de trabalho.

 

Para encerrar a 11 ª Assembleia Diocesana de Pastoral, aconteceu, nos dias 05 e 06 de novembro, no Centro Pastoral da Paróquia de Nossa Senhora da Guia, em Divinópolis, a etapa final da Assembleia. Estiveram presentes 211 pessoas, sendo sacerdotes e leigos representando todas as 54 paróquias da Diocese de Divinópolis. 
 

A etapa final da Assembleia começou no sábado, 05, com a oração inicial, presidida por Dom José Carlos. Em seguida, aconteceu a apresentação da Mesa Diretora da Assembleia, que foi composta pelo Bispo Diocesano, dom José Carlos, pelo Coordenador Diocesano de Pastoral, Padre Emerson; pelo Assessor da Assembleia, Padre Maroni; pelo Vigário Geral, Padre Paulo Sérgio; e pelos Vigários Forâneos: padres Carlos Henrique, Gedler Breves, Hélio Cristino, YdecyFerreira, Francisco Cota e Francisco dos Anjos. Após a composição da Mesa Diretora, foram iniciados os grupos de estudos, que sugeriam alterações e emendas nos projetos, sendo aprovados ou não pela Mesa Diretora. Sempre, após a realização dos grupos de estudos, aconteciam as Votações no Plenário. Os participantes da Assembleia votavam favorável ao projeto com um cartão verde, negativamente, ao projeto, com um cartão vermelho ou se abstinham, com o cartão amarelo. As atividades do primeiro dia da Assembleia estenderam-se até por volta das 21h.

 

No domingo não foi diferente, as atividades foram bastante intensas. Após a oração incial, às 8h30, aconteceram várias votações. Os grupos de estudos sugeriam as alterações e emendas nos projetos.  

 

A 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral foi encerrada com a Santa Missa, por volta das 17 horas, na Catedral Diocesana. A Santa Missa de encerramento contou com membros dos Conselhos Paroquiais de todas as paróquias da Diocese de Divinópolis, lotando, assim, a Catedral. A Santa Missa foi presidida por Dom José Carlos e concelebrada por dezenas de sacerdotes, que estavam presentes na Assembleia.

 

Para Dom José Carlos, a Assembleia percorreu por todos os ambientes da Diocese de Divinópolis: 

 

 

Padre Emerson avaliou a 11ª edição da Assembleia como muito positiva:

 

 

Segundo o Padre Maroni, a Assembleia foi muito participativa e interativa. Ele também afirmou que a Assembleia conseguiu reunir tudo aquilo que foi proposto desde a Consulta do Povo de Deus: 

 

 

De acordo com o Bispo Diocesano, por mais díficil que tenha sido a realização da Assembleia Diocesana, essa foi a etapa mais fácil. A parte mais difícil será transformar em vida aquilo que está no papel: 

 

 

Padre Maroni  falou com a nossa equipe sobre esse pós-assembleia: 

 

 

Padre Emerson falou da 8º Plano Diocesano de Pastoral, que foi aprovado na 11ª Assembleia Diocesana de Pastoral: 

 

 

 

HISTÓRICO DAS ASSEMBLEIAS  DIOCESANAS DE PASTORAL

 

Antes das Assembleias e dos Planos 


Instalada em 17 de maio de 1959, a Diocese de Divinópolis realizou, nos 57 anos de sua trajetória, 10 assembleias de pastoral. Cada uma teve características próprias, conforme a situação da Igreja e da sociedade na época.


Nos primeiros 20 anos, esta Igreja esteve sob o cuidado pastoral de dom Cristiano Frederico Portela de Araújo Pena. Nesse tempo, aconteceu o maior evento eclesial do século XX, o Concílio Vaticano II (1962-65). Três anos depois, com o objetivo de aplicar as grandes intuições do Concílio neste extenso continente, os bispos se reuniram e, em Medellín, na Colômbia, realizaram a II Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (CELAM).


Então, de 1968 a 1979, movido sobretudo pelos ventos conciliares e unindo seu dinamismo e idealismo pastoral, dom Cristiano propôs novo modelo de serviço evangelizador para esta Igreja, tendo como coordenador de pastoral o então jovem padre Antônio Ordones Lemos.

 

 

1979: 1º PLANO DE PASTORAL


Em 20 de maio de 1979, tomou posse o segundo bispo, dom José Costa Campos, que ficou no cargo por dez anos. Procurando conhecer mais de perto a caminhada da diocese e tendo o padre Demóstenes César Mota na coordenação de pastoral, o novo bispo propôs, para o ano de 1980, um Plano de Emergência, resultado do “esforço da comissão pastoral, do clero diocesano, dos(as) religiosos(as) e de alguns leigos”. O Plano procurou seguir as linhas de evangelização que a CNBB havia definido em seu 1º Plano de Pastoral de Conjunto (1966), Unidade Visível, Evangelização e Catequese, Liturgia, Presença da Igreja no Mundo, e apresentou como meta diocesana a organização de Comunidades Eclesiais de Base (CEB's).

 

1980: 1ª ASSEMBLEIA


Nesse ano, 1980, realizou-se a 1ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Em agosto, depois de acolhidos e analisados questionários, com levantamento de dados socioeconômicos e religiosos da diocese, as principais lideranças da Igreja local se reuniram, em assembleia, sob a coordenação do padre José Raimundo Batista Bechelaine e da irmã Ágatha e a assessoria do frei Bernardino Leers, ofm.

 

1980: 2º PLANO DE PASTORAL


Apresentado ao clero e aprovado em 9 de dezembro, instalou-se, aí, o 2º Plano de Ação Pastoral. Apontou as CEB's e 11 pastorais como prioridades: Liturgia, Catequese,Pastoral Familiar, da Juventude, Vocacional, Rural, da Saúde, Urbana, da Comunicação Social, do Trabalhador e Missionária. Um anteprojeto foi enviado aos setores diocesanos para estudo, apreciações e emendas, o que contribuiu para a efetivação dos trabalhos da Comissão Diocesana de Pastoral.

 

1981: 2ª ASSEMBLEIA


Com o objetivo de encaminhar uma revisão do plano definido em fins do ano anterior e de refletir sobre as questões da Pastoral Urbana, reuniu-se, em agosto de 1981, a 2ª Assembleia Diocesana. Para assessorá-la, foi convidado o então bispo de Santo André (SP), dom Cláudio Hummes. Ao fim dos trabalhos, a meta ficou assim definida: Pastoral Urbana, com ênfase na organização e consolidação das Comunidades Eclesiais de Base, tanto nos centros urbanos quanto nas periferias. Estabeleceram-se, também, como prioridades os seguintes trabalhos: as pastorais da Família, da Catequese, da Juventude, do Trabalhador e da Saúde.

 

 

1982: 3ª ASSEMBLEIA


Com o tema A Catequese e o Ensino Religioso, nova assembleia reuniu as lideranças da diocese. Os trabalhos realizados, outra vez em agosto, foram conduzidos pelo bispo diocesano e membro da Equipe Catequética da CNBB, dom José Costa Campos, pelo padre José Raimundo Batista Bechelaine e pelo Secretariado Diocesano de Catequese. Entre outras disposições, essa assembleia decidiu-se por fortalecer o Secretariado de Catequese e implantar a Escola Diocesana de Pastoral e Catequese, destinada aos educadores do Ensino Religioso, catequistas e agentes de pastoral.

 


1983: 4ª ASSEMBLEIA E O 3º PLANO DE PASTORAL


Novamente, em agosto, como nos anos anteriores (e como seriam nos seguintes), a Diocese de Divinópolis reuniu-se em assembleia. Coordenada, desta vez, pelo padre Demóstenes César Mota, a assembleia assumiu como ponto de partida as inspirações da III Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (CELAM), realizada quatro anos antes em Puebla, no México, e o objetivo geral da Ação Pastoral da Igreja do Brasil. Definiu, assim, como prioridades, de novo, as CEB's e as Pastorais da Juventude, da Família, das Vocações e Ministérios, da Catequese, da Liturgia e Operária.

 

Da Assembleia de 1983 surgiu o 3º Plano de Pastoral, para o biênio 1984-85, alinhado, além de à Conferência de Puebla e às indicações da CNBB, às opções do regional Leste II da CNBB, destacando como objetivos permanentes na atividade eclesial diocesana a Catequese e a Liturgia.

 

 

1984: 5ª ASSEMBLEIA


Com o tema Comunhão e Participação, realizou-se, em agosto, a 5ª Assembleia Diocesana. Decidiu-se apresentá-la, também, com um lema: Família – CEB's – Paróquia: centros de comunhão e participação.


Para a Pastoral Familiar, tomaram-se decisões no sentido de promover agilidade em sua organização; cuidar da preparação de casais para o Matrimônio; empenhar-se por uma unidade de trabalho que viesse a beneficiar a vida familiar; criar novos Centros de Orientação Familiar e dinamizar os já existentes; trabalhar pela unidade do clero, para com ela enfrentar melhor as principais questões familiares daquele tempo (como o controle de natalidade e as separações entre os casais); e investir na Pastoral Familiar através da instalação, nas paróquias, de equipes dessa pastoral, à semelhança da equipe diocesana, que havia sido efetivada em janeiro.


No tocante às CEB's, mais uma vez considerou-se importante priorizá-las. O caminho encontrado, agora, foi o de organizar uma equipe diocesana, com a assistência de um presbítero ou diácono; organizar assembleias paroquiais sobre CEB's, com a presença de representantes diocesanos; também nas paróquias, criarem-se equipes
para animação e acompanhamento dos grupos; e efetivar os trabalhos das CEB's a partir dos grupos de reflexão já constituídos.

 


1986: 4º PLANO DE PASTORAL E A 6ª ASSEMBLEIA


Passado o ano de 1985, em que se terminou de aplicar o 3º Plano, em 1986 foi apresentado o 4º Plano de Pastoral, elaborado a partir da programação dos diversos setores pastorais da diocese, mas tendo como referências as duas prioridades: a Catequese e as Comunidades Eclesiais de Base.


Nesse ano, em agosto, realizou-se também a 6ª Assembleia. Através do clero, das representações dos religiosos e dos leigos coordenadores das diversas pastorais, toda a diocese foi convocada a refletir sobre o Documento 36 da CNBB: Por uma nova ordem constitucional. Unindo-se à Igreja de todo o Brasil, os participantes da assembleia foram motivados a divulgar, ao retornarem à própria paróquia, as intuições do texto da CNBB e o próprio documento, de tal modo que o máximo número de pessoas pudesse se organizar e contribuir com sugestões, tendo em vista a iminente elaboração de nova Constituição para a República, depois da triste experiência de 21 anos de ditadura militar. 

 

 

1987: 7ª ASSEMBLEIA


Com a chegada de agosto, outra vez, a diocese se reuniu para uma assembleia geral. Era a 7ª. Utilizando o método ver, julgar e agir e contando, novamente, com a valiosa colaboração do frei Bernardino Leers, ofm (como havia sido na primeira experiência de assembleia, sete anos antes), os participantes puderam refletir e decidir seus caminhos a partir do tema geral: O leigo e sua missão após o Concílio Vaticano II.

 

Entre essa reunião e a seguinte, o papa João Paulo II aceitou a renúncia de dom José Costa Campos e nomeou, para ser o terceiro bispo da diocese, dom José Belvino do Nascimento, que tomou posse em junho de 1989.

 


1993: 5º PLANO DE PASTORAL


Considerando as necessidades emergenciais, as Diretrizes Gerais da Ação Pastoral da Igreja no Brasil 1991-1994 e as decisões da IV Conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe (CELAM), realizada em 1992 em Santo Domingo, a Comissão Diocesana de Pastoral, o novo bispo e o clero elaboraram e definiram um Plano Provisório de Pastoral, ao qual seriam, em seguida, anexadas as Orientações para a Administração dos Sacramentos e um calendário com as atividades já  revistas pelas diversas pastorais e movimentos.


No plano provisório constaram fundamentações, definições e diretrizes relativas às CEB's e às seguintes pastorais: Familiar, da Juventude, da Catequese, das Vocações e Ministérios, Rural-Missionária, da Liturgia e do Menor.

 

1994: 8ª ASSEMBLEIA E O 6º PLANO DE PASTORAL


Numa tentativa de fidelidade aos apelos da Conferência de Santo Domingo e das comemorações dos 500 anos de evangelização da América, foi convocada para junho de 1994 a 8ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Coordenada pelos padres Moacir Chagas Tavares e frei Célio de Oliveira Goulart, ofm, a 8ª Assembleia teve, na verdade, diferentes fases, sendo a de junho de 1994 a última delas. O tema escolhido, Evangelização, necessidade urgente de nossa Diocese, desdobrou-se no lema Jesus Cristo: ontem, hoje e sempre.


Durou quase um ano. A primeira etapa, que na época chamaram de comunitária, aconteceu no quinto domingo de agosto de 1993. A segunda, paroquial, no primeiro domingo de novembro do mesmo ano; e a fase dos setores deu-se, enfim, em 1994.

 

A 8ª Assembleia decidiu-se, de modo especial: pela estruturação da pastoral diocesana em quatro dimensões, sendo elas a Familiar, a Litúrgica, a Social e a Comunitária; pela estruturação e agilização da Pastoral Urbana, especialmente nas cidades de Divinópolis, Itaúna e Pará de Minas; e pela consolidação da Escola Permanente de Formação de Leigos.

 


Houve, ainda, outros encaminhamentos: a implantação do Conselho Diocesano de Pastoral, sendo seus membros o bispo, o coordenador diocesano de pastoral, os vigários forâneos e um representante leigo de cada forania; e a constituição, em cada forania, do Conselho Forâneo de Pastoral, formado pelo vigário forâneo, os párocos ou administradores paroquiais, um representante do Conselho Pastoral Paroquial de cada paróquia e uma religiosa.

 

 

Quatro meses após a última fase da 8ª Assembleia (portanto, em outubro), o Conselho Diocesano de Pastoral definiu sete pastorais para serem implantadas ou incentivadas, levando em consideração as quatro dimensões da estruturação pastoral diocesana (cf. acima): as pastorais da Liturgia, da Catequese, Familiar, Vocacional, da Juventude, do Menor e Rural.

 

 

O mesmo Conselho pediu atenção especial às CEB's, cuja coordenação deveria, a partir de então, assumir a elaboração e publicação de subsídios próprios para os grupos de reflexão no decorrer do ano, e não mais apenas nos “tempos fortes”. Foi, assim, constituído o 6º Plano de Pastoral Diocesano, a servir de orientação para os trabalhos realizados em 1995 e até quando fosse necessário.

 


1997: 9ª ASSEMBLEIA


A CNBB reconfigurou a ação evangelizadora da Igreja no Brasil, fundada, agora, sobre o que os bispos decidiram chamar de “as quatro exigências da evangelização: anúncio, diálogo, serviço e testemunho de comunhão”. Para adaptar a caminhada à nova configuração, em junho de 1997,  reuniu-se a 9ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Coordenada pelo padre José Carlos de Souza Campos, votaram 24 propostas, agrupando-as pelo critério dos prazos para sua implementação. 

 

 

2001: 10ª ASSEMBLEIA


Passado o tempo para a implementação das decisões tomadas na Assembleia de 1997, em dezembro do ano 2000, o Conselho Diocesano de Pastoral pediu que fosse elaborado um anteprojeto para mais uma assembleia geral, considerada já necessária. O conselho, sob a coordenação do padre Paulo Pereira, do padre Geraldo José Maia e do leigo Carlos Roberto de Sousa, desejava que o anteprojeto (e, consequentemente, a futura assembleia) fizesse a Igreja local entrar em sintonia com o projeto nacional Ser Igreja no Novo Milênio (SINM), da CNBB.

 

Então, de 26 a 28 de dezembro de 2000, foi elaborado o referido anteprojeto. Em janeiro seguinte, ele foi revisado e submetido à apreciação do bispo. Em fevereiro, o Conselho o apreciou, de novo, e o aprovou, colocando-o para ser levado a uma assembleia diocesana, naquele ano. Marcada para novembro, aconteceu no fim de semana de 16 a 18 e, com as modificações julgadas importantes pelo plenário, o anteprojeto citado tornou-se o 7º Plano de Ação Pastoral, tendo como base oito projetos:


1) a criação de seis setores pastorais, na tentativa de agrupar, em cada um deles, pastorais e movimentos afins, para facilitar o trabalho. Esses setores foram o Familiar, o Litúrgico, o Social e de Comunicação, o Laical, o Presbiteral e o de Administração e Economia;
2) o estabelecimento, na vida paroquial, de uma comunicação integrada, a rede de comunidades;
3) a promoção e valorização dos ministérios leigos;
4) a formação dos leigos em geral e para ministérios específicos, com escolas em níveis diocesano, forâneo e paroquial, bem como uma formação de cunho social;
5) a estruturação, a longo prazo, de um projeto de Pastoral Urbana que contemplasse as questões universitária, do mundo do trabalho e do migrante;
6) que se assumisse na totalidade o projeto SINM;
7) a administração dos sacramentos;
8) a futura avaliação, revisão e atualização do 7º Plano de Ação Pastoral, à luz de novas diretrizes que a CNBB publicasse para a ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

 

 

2011: 11ª ASSEMBLEIA: UMA PRIMEIRA TENTATIVA

 


Em maio de 2009, na comemoração de seus cinquenta anos, a diocese trocou de bispo. Com a renúncia, por idade, de dom José Belvino do Nascimento, assumiu o ofício dom Tarcísio Nascentes dos Santos.


Após dois anos à frente da Igreja local (em 2011), decidiu que fosse enviado, a todas as comunidades, um questionário, cujas bases foram as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015. Desse modo, o texto da CNBB foi, com supressões e adaptações, distribuído às comunidades, para que estas (cada fiel, e não apenas suas lideranças) indicassem o que lhes parecia mais urgente em se tratando de ação pastoral para sua localidade. Em dezembro daquele ano, as paróquias se reuniram e, por forania, partilharam entre si os resultados.


Fases seguintes seriam realizadas em 2012. Aconteceu, porém, que o papa Bento XVI transferiu o bispo de Divinópolis para a diocese de Duque de Caxias e São João de Meriti (RJ). Elegeu-se, então, por aqui mesmo, o padre José Carlos de Sousa Campos como administrador diocesano, o qual manifestou o interesse de que não perdêssemos o trabalho iniciado no tempo de dom Tarcísio; quando chegasse o novo bispo, um trabalho anterior já bem feito e organizado poderia auxiliá-lo, se assim o quisesse, a prosseguir a assembleia.

 

 


2015: 11ª ASSEMBLEIA: COM ALGUMA DIFERENÇA, RETOMANDO O PROCESSO


Tornado bispo o próprio administrador diocesano, o Conselho Diocesano de Pastoral e ele preferiram submeter novo questionário às comunidades. Assumiram como ponto de partida as mesmas urgências da CNBB, expostas no questionário anterior, de 2011, modificando, contudo, a linguagem e considerando as novas Diretrizes da CNBB (2015-2019) e, dentro delas, as indicações do papa Francisco.


Em meados de 2015, decidiu-se que um questionário geral seria passado às comunidades em novembro e um questionário específico seria enviado a instituições da sociedade civil no ano seguinte. Constituiu-se uma equipe de redação que, após várias reuniões, elaborou os questionários, que, uma vez modificados e aprovados, foram enviados às paróquias e instituições civis.


As respostas, coletadas e tabuladas por pessoas de toda a diocese, entre leigos articuladores e membros da equipe de redação, transformaram-se, com as modificações necessárias, neste Instrumento de Trabalho que se tem em mãos, a servir de orientação para a próxima fase da 11ª Assembleia, quando os Conselhos Pastorais Paroquiais (CPP's) haverão de analisá-lo e, se assim lhes parecer, melhorá-lo com supressões, acréscimos ou modificações.

 

 

 

POR TÚLIO VELOSO

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