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Rádio Santa Cruz migra para o FM

sexta-feira, 01 de dezembro de 17 às 11:50 | Atualizado às 12:00
Rádio Santa Cruz migra para o FM

A diretoria das rádios Santa Cruz e Divinópolis assinou, no dia 24 de março deste ano de 2017, o documento que garante a mudança de faixa do AM para o FM.  A emissora de Pará de Minas foi representada pelo padre Geraldo Gabriel de Bessa e a de Divinópolis, pelo Padre Moacir Tavares. 

 

 

A migração do AM para o FM vai eliminar as interferências no som e está sendo considerada também um divisor de águas para o setor, porque permitirá que as emissoras sejam captadas pelo celular. A migração vai colocar as AM’s em pé de igualdade com as outras, numa disputa mercadológica de igual para igual.

 

E, na última quarta-feira, dia 29 de novembro, foi um dia histórico para a Diocese de Divinópolis. Foi o dia que a Rádio Santa Cruz migrou para o FM. A partir a frequência da Rádio Santa Cruz é 100,3 FM. A antiga frequência de 640 no AM ainda poderá ser sintonizada durante um tempo.

 

Ao longo de seus 38 anos de existência, a Rádio Santa Cruz tem prestado grandes serviços à sociedade paraminense e à fé. Agora, é hora de celebrarmos esse grande acontecimento. A Santa Cruz entrou no ar, pela primeira vez, no dia de Nossa Senhora Aparecida, no ano de 1979. Por isso, é consagrada a Nossa Senhora, assim como a Stilo FM é consagrada ao Servo de Deus, Pe. Libério. São Rádios de fé. Por isso, rezem, por favor, e agradeçam a Deus por mais esse passo tão importante na história da comunicação, em Pará de Minas.

 

 

No vídeo, abaixo, Dom José Belvino, Bispo Emérito da Diocese de Divinópolis, conta um pouco da história das rádios Santa Cruz e Stilo; assista: 

 

 

Para conhecer mais as rádios de Pará de Minas, ou acompanhar a programação, acesse os sites: 

 

www.santacruzam.com

www.radiostilo.com

 

 

 

 

 A MIGRAÇÃO

 

A migração do AM para o FM no Brasil surgiu em 2009, com a necessidade dos radiodifusores preservarem as emissoras que estão ou estavam em AM, e que sentiram a necessidade de aprimorar seus serviços, pleiteando a faixa FM. Em linhas gerais, a Faixa FM (Frequência Modulada) possui melhor qualidade de som e tem menos chiado e interferências.

 

Historicamente, as rádios em AM (Modulação em Amplitude) têm longo alcance (dependendo da faixa e horário de transmissão) e, frequentemente, sofrem mais interferências eletromagnéticas, com comportamentos distintos entre dia e noite e com alta degradação imposta pelo ruído elétrico urbano. Já o FM tem comportamento de cobertura mais uniforme entre dia e noite, sendo, sensivelmente, menos afetado por interferências radioelétricas.

 

Dados oficiais dos Ministérios das Comunicações dão conta de que existem em torno 1,7 mil rádios em AM no Brasil, das quais mais de 70% (1.381) optaram por fazer seus processos de migração. “Esta migração não é obrigatória, segundo regulamenta o decreto nº 8.139, de 7 de novembro de 2013, mas a maioria das emissoras acredita na migração como uma maneira de preservarem seus conteúdos”, explica Cappia.

 

 

POR TÚLIO VELOSO

 

 

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