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Encerramento do Ano da Vida Consagrada

sexta-feira, 05 de fevereiro de 16 às 10:05 | Atualizado às 12:00
Encerramento do Ano da Vida Consagrada

Na última terça-feira, 2 de fevereiro,  data em que a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora das Candeias, a  Apresentação de Jesus no templo e dia do Religioso, a Igreja Católica encerrou o  Ano da Vida Consagrada.


Para comemorar a data, religiosos da diocese de Divinópolis,  juntamente com o bispo diocesano, dom José Carlos, e os coordenadores da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) do estado de Minas Gerais, Heládio Firmino Rodrigues e irmã Ana Maria de Castro, estiveram  reunidos  em Divinópolis.



Durante todo o dia, estiveram no Carmelo Imaculada Conceição, no bairro Niterói, estudando e refletindo sobre a vida religiosa.  À noite, finalizaram o encontro, com a procissão dos religiosos passando pela Porta Santa e a Celebração Eucarística, na Catedral do Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula, presidida pelo bispo e concelebrada com vários sacerdotes.



Em sua homilia e fazendo  menção ao Evangelho do dia, o bispo enfocou dois personagens idosos que  aparecem nesse trecho de são Lucas: Simeão e Ana. Comparou a vida consagrada com essas duas experiências humanas construídas na direção de Deus e com exclusividade para Deus. 



Simeão era bastante velho, justo e piedoso. Ia, todos os dias, ao Templo. Envelheceu no serviço do Senhor. Ana, a profetiza, também de idade avançada, ia ao templo, dia e noite, e servia a Deus com jejuns e orações.  Eles acolheram a promessa feita a Israel. Acolheram a salvação e se alegraram por isso. Eles poderiam morrer em paz, porque seus olhos viram a salvação. Os dois, que envelheceram na esperança, só ao final da vida viram o Salvador.



É  nesse ponto que a vida consagrada cruza com a vida de Simeão e Ana. É neste ponto que está o bem mais precioso na vida: escutar a Deus, respondê-lo e segui-lo.


Aí está a esperança mais profunda de alguém com a vida consagrada a Deus.


Dom José Carlos encerrou desejando que, como Simeão e Ana, todos possam, ao final da vida, contemplar Jesus, a Quem  escutaram e seguiram por toda a vida.  E mais,  desejou que a passagem de cada um pela Porta Santa,  ponha  a  Graça nesse tempo.  Que ninguém fique triste, que ninguém  desanime, que ninguém  dê mau testemunho, que ninguém seja infiel ao Senhor.  Que  a Eucaristia dessa noite ponha   luz  nova sobre a vida  e o sobre o  caminho de cada um.

 

 

Por: Maria Tereza Fernandes Lopes

 

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