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Dom José Carlos preside Domingo de Ramos na Catedral Diocesana

segunda-feira, 21 de março de 16 às 20:10 | Atualizado às 07:47
Dom José Carlos preside Domingo de Ramos na Catedral Diocesana

Fiéis  da Catedral participaram, na manhã deste domingo (20), às 9 horas, da Santa Missa e da Procissão de Ramos. Com fé e piedade, os fiéis se reuniram na praça do Mercado e caminharam rumo à Catedral,  carregando, com carinho, seus ramos verdes, que exalavam vários perfumes, continuando, assim, a memória afetiva e olfativa da Semana Santa. Seguindo a tradição, todos as pastorais e movimentos se fizeram representar. A solenidade foi presidida pelo bispo diocesano, dom José Carlos, e concelebrada com o pároco, padre Luis Carlos Amorim. O Domingo de Ramos abre a Semana Santa com a recordação da entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, sua cidade e o relato da Paixão segundo São Lucas.



Em sua homilia, dom José explicou que, no início do cristianismo, havia duas  tradições acerca dessa data. Em Roma, se celebrava o domingo da Paixão e em Jerusalém, se celebrava a entrada do Senhor, solenemente, naquela cidade.



Mais tarde, essas duas tradições se juntaram, no rito latino, e passou a ser denominada como Domingo de Ramos da Paixão do Senhor.



O bispo considera que, este domingo, é um dia precioso para se contemplar o Senhor na totalidade do seu Mistério Pascal.  Acolhido com hosanas de um lado e rejeitado,  para que fosse crucificado em outro momento da sua paixão. Tem-se, portanto, a acolhida e rejeição, a alegria e a cruz, a vida e a morte.



O celebrante ressaltou a importância de se entender, sob a ótica da fé, a vivência desses momentos com Jesus, vivenciar com Jesus o seu Mistério. Não se trata apenas de ler, relembrar ou de contemplar o mistério. Trata de ter esse mistério como um mistério iluminador de todas as realidades da vida.



O mistério de Cristo deveria ser a chave de leitura de compreensão da historia de cada um. Estando dentro do mistério de Cristo se é capaz de entender Cristo como um modelo, um paradigma de vida.



Para melhor entender este mistério, o bispo aconselhou a leitura, na íntegra, várias vezes, da Paixão segundo Lucas, se colocando no lugar dos vários personagens. Se posicionar  ao lado dos personagens que agem e fazem o bem.



Relembrou que é tempo de se converter em discípulos amados, Verônicas, Cirineus,  Marias,  que se associam aos crucificados de hoje. Personagens que sejam presença boa, presença consoladora, presença estimulante, presença que, de fato, ajuda o mundo e o outro a avançar na direção de sua páscoa.



Dom  José concluiu dizendo que a  vivência do mistério da Paixão de Cristo deve  levar a uma sensibilidade real e atual com os crucificados de hoje que vivem sua agonia de morte, sejam as pessoas, a natureza, o planeta.

 

 

Por Maria Teresa Fernandes

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