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Matriz de Santo Antônio

quinta-feira, 15 de maio de 14 às 17:30 | Atualizado às
Matriz de Santo Antônio

Matriz de Santo Antônio

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Por provisão datada de 6 de abril de 1754 foi erigida “na paragem de São João Acima”, filial de Pitangui, uma Capela em honra a Santo Antônio. Este foi o embrião da futura Paróquia de Igaratinga.
Foi por Lei de 1846 elevada a povoação a distrito e com denominação de Santo Antônio de São João Acima, passou a freguesia por força da Lei 3.141, 18 de outubro de 1883, pertencendo agora ao município de Pará de Minas.


Este fato não deixa de ser curioso. Naquela época, a elevação a categoria de freguesia implicava na criação automática da Paróquia. Mas, para que isto se tornasse realidade era necessário que a comunidade fosse capaz de oferecer um templo com todo material necessário ao Culto e uma casa paroquial em ordem. Seria Paróquia centenária, a hoje jubilar Paróquia, se o povo houvesse conseguido o intento. Mas, ao que tudo indica não conseguiram. Assim, por faltar esses pressupostos, a Lei perdeu sua finalidade e a Paróquia não foi criada, a exemplo do que aconteceu com a Paróquia de Carmo da Mata. Ao contrário, São Joaquim de Bicas, em Igarapé, criada pelo mesma Lei teve a Paróquia confirmada, o que indica ter o povo conseguido cumprir os pressupostos da Lei.
Em 1911 o distrito teve alterada a sua denominação passando a chamar-se Santo Antônio do Rio São João Acima. E em 1923, pela Lei 843, de 7 de setembro, a longa denominação foi substituída por Igaratinga, que em tupi-guarani significa “canoa branca”.


Foi com esta denominação que o distrito tornou-se município, através da Lei 2.764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrado de Pará de Minas.


Vários sacerdotes atenderam ao lugar, como Capelães. O primeiro de que se tem notícia foi o Pe.José Joaquim Ferreira Guimarães (de 1869 a1883). Vieram em seguida: Pe. João Batista de Laurentis (1883-1905); Pe. Silvestre Pereira (1905-1906); Mons.Fernando Barbosa e Pe. José Pereira Coelho (Janeiro a Agosto de 1906); Pe. Evaristo Firminiano Ribeiro (Agosto de 1906 a 1934) e Pe. José Queiróz (1934-1935).


A este tempo, Dom Cabral, Arcebispo de Belo Horizonte resolveu transformar a capela Filial de Igaratinga em Paróquia. E pelo Decreto 25 de 01/01/1936 foi criada a Paróquia de Santo Antônio da Pedra de Igaratinga e o então Capelão, Pe. Augusto Cerdeira foi promovido 1º Pároco do lugar. Pe. Cerdeira ficou até 1937 quando foi substituído pelo Pe. Paulo Maria dos Santos até 1943.


Seguiram-se os seguintes Párocos: Pe. Jésus do Vale Nascimento (43-44); Pe. Grevi Guimarães de Almeida (44-45); Pe. Waldemar Antônio de Pádua Teixeira (45-46); Pe. José Veigas da Fonseca (46 até junho); Pe. Geraldo França (junho de 46 até 1950), Pe. Francisco Carvalho Moreira (50-53); Pe. Ismael Miranda Diniz (53-55); novamente o Pe. Jésus, tendo como Cooperador o Pe. Grevi (55-56).
De 1956 a 1966, a Paróquia foi entregue aos cuidados de Frades Franciscanos. E os freis que ali paroquiaram foram: Frei Agostinho Grings .ofm (56-57); Frei Hugo de Potesda, ofm e Bruno Goettens, ofm (57-60); Frei Eliseu Tijdink, ofm (60-62); Frei Fernando Stockman, ofm (62-64); Frei Heleno Smits, ofm (64-65) e Frei Erasmo Veem, ofm (65-66).


Após esse período, a Paróquia, voltou novamente aos padres diocesanos. Ali Paroquiaram: Pe. Agostinho Ferreira Gomes (66-68), Pe. Antônio Pontello (68-70) e Pe. Raul Silva (70-75).


De 75 até 1989 a Paróquia voltou aos cuidados dos Franciscanos, ficando como Pároco, Frei Leonardo Lucas Pereira ofm, que desenvolveu um trabalho de base, procurando formar grupos de trabalho, para assim fazer crescer a fé do povo.


Em 1989, tomou posse da Paróquia Padre José Alaor Borges, que residia na cidade e ficou até setembro de 1999, quando tomou posse como Pároco Padre Valmir Ferreira D’Eça, que trabalhou na Paróquia até janeiro de 2006.


Em fevereiro de 2006, tomou posse como Administrador Paroquial, Padre Antônio Paulo da Silveira, que continua a trabalhar na Paróquia até hoje.


Motivo de alegria para a Paróquia são os filhos sacerdotes: um é Padre Evaristo José Vicente, outro é Padre Sírio Henriques Teixeira, salesiano, que trabalha hoje em Brasília, Dom Paulo Lopes de Faria, bispo que se aposentou há pouco na Arquidiocese de Diamantina e frei Jaime Eduardo Ribeiro, da comunidade de Torneiros.

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