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Dom José Carlos preside Santa Missa Solene da Ceia do Senhor e cerimônia do lava-pés, na Catedral Diocesana

sexta-feira, 30 de março de 18 às 10:25

A Catedral do Divino Espirito Santo ficou repleta de fiéis para celebrar a Santa Missa solene da Ceia do Senhor e Cerimônia do Lava Pés. Fiéis contritos, participaram da solene despedida de Jesus, marcada por gestos de amor e aprendizado. A celebração foi presidida por Dom José Carlos e concelebrada com Padre Luís Carlos Amorim.

 

Em sua homilia, Dom José ressaltou que a Quarema terminou com o inicio dessa celebração: inicia-se  o Tríduo Pascal. Que esses dias do Tríduo são os dias mais preciosos e densos da fé. Nesses três dias Deus está mais próximo, seu amor mais fecundo e sua graça mais abundante.

 

Nessa noite de quinta-feira santa, inaugura-se a presença definitiva de Jesus, que vai durar até o dia da sua volta. Nessa noite tem-se presente o mistério da Eucaristia, e para que o mistério da eucaristia seja celebrado até o dia que Jesus volte.

 

Pelo Mistério dessa noite, também, se chega, com Jesus, na Sua hora. Hora da paixão, que é o lugar da glorificação e da revelação dele. É a hora que Ele, de fato, mostra o tamanho  do seu Amor. É a hora que o Senhor se dispõe a amar até o fim,  até doer, amar até morrer.

 

A ceia exige, o Lava Pés, através desse gesto Jesus ensina que há outra forma de comungá-lo, de estar em comunhão com Ele. É necessário entrar no dinamismo do serviço, na dimensão círculo do cuidado. Cuidado da vida, da história,  do sofrimento, feridas, tragédias, fracasso do outro, ...

 

“Comemos da presença do Senhor  para fazermos o que o Senhor fez. Não basta comer a Eucaristia”. A Eucaristia é mistério que alimenta,  que lança para a missão do cuidado e do serviço como Jesus fez.

 

Concluiu afirmando: “Essa é a hora do Senhor. Somos os discípulos de hoje, da história da salvação. Somos chamados a estar despertos para que, com o Senhor, comamos da ceia  e  aprendamos a comungá-lo no pão, no vinho e no serviço”.

 

Após a Cerimônia, dom José convidou a todos a ficar e vigiar com o Senhor na noite de sua agonia e dirigia a Vigília Eucarística.

 

Após a Vigília, o Santíssimo Sacramento foi transladado em procissão solene para a capela de reposição. Finalizando, houve a cerimônia do Desnudamento do Altar. As luzes da Catedral foram apagadas  em sinal de luto e respeito e os fiéis foram saindo silenciosos.

 

 

POR MARIA TERESA FERNANDES

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