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Dom José Carlos preside Ato Litúrgico da Paixão de Jesus, na Catedral Diocesana

sexta-feira, 19 de abril de 19 às 19:25

Com grande piedade e respeito, aconteceu, às 15 horas desta Sexta-feira Santa, na Catedral da Diocese de Divinópolis, a celebração da adoração do Cristo na Cruz e demais ritos desse dia. A celebração foi presidida por Dom José Carlos, e concelebrada pelo Cura da Catedral, Padre Luís Carlos Amorim. A Catedral ficou lotada de fiéis, vindos de várias regiões de Divinópolis.

 

Em entrevista à imprensa, o Bispo falou da importância e do significado da Sexta-feira da Paixão: 

 

 

O bispo também falou do sentimento que devemos ter neste dia:

 

 

Um momento muito importante do Ato Litúrgico é a adoração da Cruz. No vídeo, abaixo, você confere a entrada da Cruz na Catedral:

 

SEXTA-FEIRA SANTA

A tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz, erguida sobre o mundo, segue de pé como sinal de salvação e esperança. Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que o transpassou o lado. Há um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da santa cruz, momento em que esta é apresentada solenemente à comunidade.

 

Via-sacra


Ao longo da Quaresma, muitos fiéis realizam a Via-Sacra como uma forma de meditar o caminho doloroso que Jesus percorreu até a crucifixão e morte na cruz.


A Igreja nos propõe esta meditação para nos ajudar a rezar e a mergulhar na doação e na misericórdia de Jesus que se doou por nós. Em muitas paróquias e comunidades, são realizadas a encenação da Paixão, da Morte e da Ressurreição de Jesus Cristo por meio da meditação das 14 estações da Via-Crucis.

 

O Sábado Santo não é um dia vazio, em que “nada acontece”. Nem uma duplicação da Sexta-feira Santa. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo que pode ir uma pessoa. O próprio Jesus está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de Seu último grito na cruz – “Por que me abandonaste?” –, Ele cala no sepulcro agora. Descanse: “tudo está consumado!”.

 

POR TÚLIO VELOSO

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