×

Conteúdo

Histórico da Paróquia do Divino Espírito Santo

Os primeiros moradores da futura cidade de Divinópolis foram o Sargento – Mor Gabriel da Silveira Pereira e Tomás Pereira, além do sócio, o Capitão Francisco de Araújo e Sá, os quais possuíam títulos de sesmarias datados de 1760.


Para prestarem Culto a Deus erigiram Capela em honra a São Francisco de Paula e ao Divino Espírito Santo. Mais tarde, Manoel Fernandes Teixeira doou ao Bispado de Mariana, “uma morada de casas térreas, coberta de telhas, sitas ao pé da Capela do Divino Espírito Santo e São Francisco de Paula; um capão de mato que levará 40 alqueires de planta vertente”, para a
constituição do patrimônio. O doador confessou em Mariana, onde foi para regularizar a escritura em 24/03/1770 que as ditas terras eram devolutas.


Durante algum tempo houve um sério atrito entre as Vilas de Pitangui e Tamanduá (Itapecerica) para se saber qual das duas pertencia ao arraial do  Divino Espírito Santo. Pitangui venceu a contenda, mas em meados do século XIX, o então distrito foi transferido para Itapecerica, do qual se separou definitivamente, quando adquiriu foros de município.


No limiar do século XVIII (1803) já era Curato, contando com boa Capela. Desta data até 1830 atenderam à Comunidade aos Padres: José Carvalho da Trindade, Manoel de Freitas, José Rodrigues Braga, Gabriel João da Silva, Francisco Ferreira Torres, Francisco Mátrias da Silva, Antônio Francisco Morato,Manoel Antônio Soares Faria, Antônio Joaquim Gonçalves de Souza e Francisco Rabelo.


Em 1830, assumiu o cargo de Cura, o Pe. Francisco Guarita Pitangui, que não residia habitualmente na sede do Curato. Nessa época, um incêndio destruiu a Capela que só foi totalmente reerguida em 1834. Anos mais tarde, mais uma vez a Capela era destruída por novo incêndio. Construiu-se então um novo templo que foi demolido à época da construção da hoje Catedral Diocesana.


A paróquia foi criada em 03 de abril de 1839, pela Lei Provincial nº. 138, sendo desmembrada de Pitangui. Um ano depois foi suprimida, retornando a condição de Curato, agora sufragâneo da Paróquia de Carmo do Cajuru.


Em 07 de abril de 1841, por força da Lei n. 09, foi restabelecida a Paróquia. Foi nomeado seu primeiro Pároco o Pe. Felício Flávio dos Santos. Seguindo-se ao primeiro Pároco, atuaram na Paróquia do Divino Espírito Santo, os seguintes Párocos: Francisco Guarita Pitangui, Fernando Barbosa Oliveira, Américo Ephifânio Pereira, Fortunato Pereira, Audêncio Benício Terra, Inácio Campos, Miguel Herdolle Dias Maciel, Inácio Gonçalves de Araújo, Manoel Maria da Silva, Mathias Lobato, Frei Rodrigo Verkoyene OFM, Frei Metelo Geeve OFM, Frei Carlos Schepp OFM, Hilton Gonçalves de Souza (por 04 vezes), José Mariano Tavares, Pedro Lacerda, Cristiano Portela de Araújo Pena (depois 1º. Bispo Diocesano), João Bruno Barbosa, Antônio Romão dos Santos,  Antônio de Oliveira e Evaristo José Vicente, que tomou posse em 04  de setembro de 1967 até 28 de janeiro de 1995.


Ele procurou neste tempo organizar toda a Paróquia, deu vida e fomentou a fé do povo na unidade e organização das pastorais e movimentos. Foi um exemplo sacerdotal para os irmãos no ministério, um verdadeiro, dedicado, amigo, atencioso pastor para o povo da Paróquia.


Em 28 de janeiro de 1995 assumiu o atual Pároco Pe. Moacir Chagas Tavares, que procurou dar continuidade ao trabalho do seu antecessor. Procura ser dinâmico na administração dos bens materiais e espirituais da Paróquia. Criou e implantou as seguintes pastorais: Pastoral da Acolhida, Pastoral da Saúde, Pastoral do Batismo, Pastoral do Matrimônio, ECC, Equipe de Celebração, Equipe de Apoio, Equipe de Servas, Escola de Teologia, Pastoral da Juventude, Guarda de Honra, AA, Grupo Bazar da Vovô, Cursilho, etc. Terminou a jardinagem e o Centro Pastoral Padre Evaristo José Vicente, construiu a casa Paroquial, pintou a Catedral, pinturas artísticas do teto e telas na Catedral, conseguiu resolver o problema do som da Paróquia. Organizou e procurou dar mais vida a celebrações litúrgicas e festas da comunidade paroquial, tais como: Festa do Divino Espírito Santo, Reinado, Semana Santa, Natal, Festa do Cristo Rei, Campanha da Fraternidade, Corpus Christi, Sagrado Coração de Jesus, Mês da Bíblia, Mês de Maio.


E como a Paróquia é a Catedral Diocesana, os  grandes eventos diocesanos são realizados nela, a celebração mais marcante é a Missa da Unidade na 5ª feira Santa.

 

Parceiros