Diocese celebra 30 anos da Dedicação da Catedral do Divino Espírito Santo

Quinta-feira, 6 de dezembro de 2018 às 18h 06  - Atualizado às 10h 58

No dia 5 de dezembro de 2018, inicio do tríduo solene da Festa da Imaculada Conceição, fiéis comemoraram os 30 anos da Dedicação da Catedral do Divino Espirito Santo.

 

A solenidade foi presidida pelo bispo diocesano, Dom José Carlos, e concelebrada pelo padre Luís Carlos Amorim, oportunidade em que muitos dos presentes puderam visitar suas lembranças dessa celebração única.

 

Dom José Carlos usou o báculo de dom José Costa Campos, segundo bispo da diocese, para fazer-lhe memória.

 

No dia 5 de dezembro de 1988, dom José Costa Campos presidiu, oficialmente, a solene dedicação da Catedral ao Deus Altíssimo e à proteção da Imaculada Conceição, padroeira principal da Diocese de Divinópolis.

 

A Solenidade de Dedicação se consistiu em dedicar a Catedral  ao Senhor, para sempre, e se pediu a Sua bênção. Dedicou a construção humana ao Deus Altíssimo para ser um lugar de culto sagrado. O edifício construído de pedras é sinal visível da Igreja viva, casa de Deus, que os fiéis se constituem.

 

Na Solenidade houve a unção do altar mor, bênção da mesa da palavra e bênção das cruzes, que foram colocadas nas paredes, e que, hoje, infelizmente, não existem mais.

 

Em sua homilia o bispo enfatizou que esta Festa é um compromisso com a continuidade da construção da Igreja, templo vivo habitado por Deus.

 

Como igreja viva há,  ainda, muito a progredir pastoralmente. Há muito a aprender no sentido de conservar e alimentar a esperança, de modo que ninguém desista de estar no caminho de Jesus. Há muito que aprender para que a Igreja se torne a casa do cuidado com o irmão e da partilha de dons e bens.

 

“A minha casa é casa de oração, diz o Senhor: quem nela pede, recebe; quem procura, encontra; a quem bater, abrir-se-á.” Esse memorável dia de aniversário da Dedicação da Catedral do Divino Espirito Santo tem o mesmo grau de Solenidade como no dia quem que se fez a Dedicação, há 30  anos atrás.

 

 

POR MARIA TERESA FERNANDES

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