Homilia de Dom José Carlos na Missa do Crisma 2018

No dia 29 de março, a Diocese de Divinópolis deu início às celebrações do tríduo pascal, com a Missa do Crisma, também conhecida em algumas regiões do país como Missa da Unidade, na qual os padres realizam a renovação das promessas sacerdotais e também é dada a bênção dos óleos do Crisma, dos Enfermos e dos Catecúmenos, que serão utilizados nas paróquias no decorrer deste ano.  A celebração foi presidida pelo Bispo Diocesano, Dom José Carlos,  concelebrada pelo Bispo Emérito de Divinópolis, Dom José Belvino, e pelo Bispo Emérito de Almenara, Dom Hugo Maria Van Steekelenburg, e pelos sacerdotes que atuam nas paróquias da Diocese de Divinópolis.

 

Em sua homilia, Dom José Carlos pediu aos sacerdotes para zelarem pela cultura do cuidado, pela solicitude e  para que os irmãos presbíteros cuidem uns dos outros. "Sozinhos é mais difícil ser padre", afirmou Dom José Carlos.

 

No segundo ponto de sua mensagem, Dom José Carlos convidou todos os presentes a recolocar sempre de novo ao centro da nossa fé, da nossa Igreja e da nossa missão, como leigos, consagrados e ordenados, a pessoa de Jesus Cristo, "aquele que é, que era e quem vem, o Todo-poderoso".

 

Dom José Carlos, ainda, citou a Carta da Congregação para a Doutrina da Fé, datada de 22 de fevereiro de 2018, chamada Placuit Deo, que trata sobre alguns aspectos da salvação cristã. Somos convidados a perceber e a superar dois erros que tocam o cotidiano das pessoas, também daquelas que creem: o neo-pelagianismo e o neo-gnosticismo. O neo-pelagianismo faz o homem pensar-se como radicalmente autônomo, capaz de salvar-se a si mesmo, sem reconhecer que ele depende, no mais profundo do seu ser, de Deus e dos outros. Por outro lado, o neo-gnosticismo propõe uma salvação meramente interior, fechada no subjetivismo.

 

Confira, na íntegra, a homilia de Dom José Carlos:

 

 

 

 

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